quinta-feira, 29 de março de 2012
Telma Weiz
Telma é mesmo uma das maiores autoras brasileiras sobre alfabetização, este vídeo é super interessante, sobretudo para quem ainda está na graduação, me ajudaram muito na faculdade.
Cursiva ou bastão?
É muito comum, pais e até alguns educadores questionarem o uso da letra bastão em detrimento da cursiva, este texto da Revista Escola é bem esclarecedor.
Por que as crianças devem aprender a escrever com letra de fôrma para depois passar para a cursiva?
Beatriz Vichessi
Esta escolha está relacionada ao processo de construção das hipóteses da escrita. Durante a alfabetização inicial, os pequenos trabalham pensando quais e quantas letras são necessárias para escrever as palavras. As letras de fôrma maiúsculas são as ideais para essa tarefa, já que são caracteres isolados e com traçado simples - diferentemente das cursivas, emendadas umas às outras. O aprendizado das chamadas "letras de mão" deve ser trabalhado com crianças alfabéticas, que já têm a lógica do sistema de escrita organizada. Antes de estarem alfabetizadas, elas entram em contato naturalmente com as letras cursivas e as de fôrma minúscula e até podem ser apresentadas a elas, desde que tal contato fique restrito à leitura.
terça-feira, 27 de março de 2012
Braille para quem vê
Uma das grandes dificuldades para quem é cego é que de fato pouquíssimas pessoas conhecem o código braille. Este site ensina o braille de um modo muito simples e dinâmico, para quem se interessar...
domingo, 18 de março de 2012
IMIP sedia Festival Conte Outra Vez com Bia Bedran
De 21 a 25 de março, o IMIP sediará o
festival “Conte Outra Vez”. Trata-se de um festival de contação de
histórias com o objetivo de levar um pouco de cultura literária para
crianças e adultos. Nos dias 21, 22 e 25 de março, o Espaço Ciência e
Cultura abrigará o festival que contará também com o show da artista Bia
Bedran.
O festival reunirá artistas e arte-educadores de diferentes partes do país. Entre eles, participam o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias, do Rio de Janeiro, a Cia Conto em Cantos, de São Paulo e contadora Cléo Bussato, do Paraná. Também haverá programação em outras três instituições. A entrada é franca.
Confira a programação do que acontece no IMIP
21|03
O festival reunirá artistas e arte-educadores de diferentes partes do país. Entre eles, participam o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias, do Rio de Janeiro, a Cia Conto em Cantos, de São Paulo e contadora Cléo Bussato, do Paraná. Também haverá programação em outras três instituições. A entrada é franca.
Confira a programação do que acontece no IMIP
21|03
10h às 12h
Formosos Monstros (Cléo Busatto, PR)
Intervalo Poético (Adélia do Grupo Zumbaiar, PE)
Chapeuzinho Amarelo (Carol Levy, PE)
Show musi¬cal (As Fadas Magrinhas, PE)
Intervalo Poético (Adélia do Grupo Zumbaiar, PE)
Chapeuzinho Amarelo (Carol Levy, PE)
Show musi¬cal (As Fadas Magrinhas, PE)
14h às 16h
O Rei que ficou cego (Os Tapetes Contadores de Histórias, RJ)
Momento Poético (Adélia do Grupo Zumbaiar, PE)
Parlendas e Travalínguas ( Crianças da OAF, PE)
Momento Poético (Adélia do Grupo Zumbaiar, PE)
Parlendas e Travalínguas ( Crianças da OAF, PE)
22|03
10h às 12h
Parlendas e Travalínguas (Crianças da OAF, PE)
Intervalo poé¬tico ( Conceição do Grupo Zumbaiar, PE) *poe¬sia serena*
Encantos Reais (Cia. Conto em Cantos, SP)
Intervalo poé¬tico ( Conceição do Grupo Zumbaiar, PE) *poe¬sia serena*
Encantos Reais (Cia. Conto em Cantos, SP)
14h às 16h
Contos do meio ambi¬ente (Cia. Conto em Cantos, SP)
Intervalo Poético (Conceição do Grupo Zumbaiar, PE)
A Pérola Fosforescente– Conto Chinês (O Tapete Voador, PE)
Intervalo Poético (Conceição do Grupo Zumbaiar, PE)
A Pérola Fosforescente– Conto Chinês (O Tapete Voador, PE)
17h as 19h
Palestra para edu¬ca¬do¬res com a Prof. e Palestrante Ceres Murad (MA)
25|03
16h
Show “Cabeça de Vento” (Bia Bedran, RJ)
sábado, 3 de março de 2012
Campeonato Nacional de Robótica
Estudantes representam Pernambuco em campeonato de robótica
Quatro escolas do Grande Recife participam de etapa nacional.
Evento acontece sábado (3) e domingo (4), em São Paulo.
Estudantes de quatro escolas da Região Metropolitana do Recife já estão
em São Paulo (SP) para representar Pernambuco com projetos de tecnologia
criados por eles nos últimos meses. Neste sábado (3) e domingo (4)
acontece a etapa nacional do Campeonato de Robótica. Os alunos
trabalharam durante as férias e agora comemoram a classificação para a
disputa brasileira.
Um dos grupos vem de uma escola particular de Jaboatão dos Guararapes, a
Divino Mestre, no Grande Recife. A equipe criou um robô que anda, busca
objetos e realiza todas as atividades exigidas pelo concurso nacional.
Mas os estudantes sabem que não foi uma tarefa fácil. “Foi nossa
primeira vez no campeonato, não sabíamos muita coisa. As missões são
muito difíceis”, falou Gabriel Lira.
A mesma equipe também tinha que propor uma solução mecânica para
beneficiar a indústria alimentícia. As responsáveis pela pesquisa
estudaram e conseguiram desenvolver uma máquina para cortar e desossar
frango. “A gente conseguiu um protótipo de uma máquina, onde a fase de
corte do frango, que tem maior contato humano, é toda automatizada, sem
contato humano, e feito na temperatura correta. Aí evita a propagação de
doenças e aumenta a qualidade de vida”, contou Giovana Ferreira,
participante do projeto.
Outro grupo participante vem da Escola Estadual Santa Ana, em Olinda,
sendo a única representante de Pernambuco da rede pública de ensino no
campeonato. A escola não oferece aula de robótica e os dez estudantes
tiveram apenas uma semana de treinamento para participar da etapa
regional. Os alunos tiveram que comprar as peças para fazer o robô e
pegar uma mesa emprestada de uma escola particular de Olinda. Agora,
estão muito empolgados com a classificação. “Pretendo fazer mecatrônica,
trabalhar com robótica, e, se der, tentar fazer a Olimpíada Brasileira
de Robótica”, falou Willames Paiva.
A pesquisa que a equipe vai apresentar no campeonato é sobre
conservação de alimentos. Os estudantes descobriram um método natural de
conservação do tomate. Quando o alimento é mergulhado em suco de limão,
ele dura por mais de 20 dias na geladeira. “Isso vai ajudar pessoas de
qualquer idade, financeiramente, e isso vai ajudar donos de restaurante a
conservar o tomate por mais tempo”, contou a estudante Danielle Souza.
Fonte:G1
Acompanhe, ao vivo, tudo o que rola na grande final do Torneio FLL®.
Acesse www.legozoom.com.br/fllquarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
O Blog da Lalá
Gente, é com muito orgulho que venho partilhar com vocês esse blog que é pra lá de especial! É o blog da Laís Carvalho, minha aluna querida. Ela é uma criança muito esperta que adora criar histórias. É pra se apaixonar!
O link do blog: http://historiasdequalquerlugar.blogspot.com
Como uma prévia aí vai uma das histórias da Laís.
Terezinha vermelho
Era uma vez uma casinha no meio do campo.
Nela morava uma menina chamada Terezinha .
Quando Terezinha estava brincando sua mãe Iolete chamou:
_ Leve essa cesta vermelha de doces para sua avó Antônia que está doente .
_ Não fale com os estranhos.
Então a Terezinha perguntou:
_ Por que ela está doente ?
A sua mãe Iolete disse:
_ Porque ela começou a tossir e tossir e tossir e espirar.
Ai Terezinha Vermelho pegou sua bicicleta e a cestinha e foi pedalando
.Depois ela viu que a sua mãe colocou um mapa na cesta sem ela ver
.Terezinha não deu bola para o mapa e foi pelo caminho que quiz ,já que o
caminho da cidade que estava no mapa era mais longo ,então ela foi pelo
caminho da floresta .Quando derrepente ela viu um cacto, e viu que o
cacto se mechia , e derrepente ele tirou a fantasia e era um LOBO . Ela
pensou que era um lobo bom e conversou com ele , mais uma vez
desobedeceu sua mãe e falou com estranho .
O lobo disse :
_ Se você for pelo caminho das 7 pedras rochosas vai ser mais divertido
Então ela fez o que o lobo mandou e desobedeceu sua mãe .
O lobo que estava parado no meio do caminho viu que o mapa da casa da
vovó caiu no chão , ele pegou e leu e foi para casa da vovó Antônia .
Foi feliz encher a pança
Quanado ele chegou na casa da vovó guardou ela no armário vestiu uma camisola e deitou-se na cama e fechou os olhos .
Então quando Terezinha vermelho chegou disse:
_ Nossa vovó assim você me mata ai que feiura ai ai que feiura
O lobo disse :
_ Eu estou melhorando minha netinha
Ela disse :
_ Nossa vovó que olhão você tem
_Nossa vovó que maão grande você tem 

_Nossa vovó você tem uma boca grande com dentes pontudos parece o Kevin
O lobo disse :
_ É PRA TE COMERRRRRRR
Mas antes da Terezinha ser devorada ela abriu o armário e foi se esconder lá e viu a avó .
Abriram a porta e viram o caçador
O caçador pegou uma raquete e espantou o lobo .
Finalmente a vovó melhorou e viveram felizes para sempre.
E Terezinha nunca mais desobedeceu a mãe .
Moral da história : " Nunca fale com estranhos e obedeça sempre sua mãe "
FIM
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Exemplo de inclusão que deu certo!
Fiquei muito feliz ao ver essa reportagem no Jornal Hoje, é um exemplo de que com boa vontade e informação a inclusão é possível sim!
Jovem com Síndrome de Down passa em universidade federal de GO
Kallil Assis conseguiu passar no vestibular da Universidade Federal de Goiás. A faculdade de Geografia fica em Jataí, no interior do estado.
Kallil chegou com a irmã para o primeiro dia de aula e no caminho já encontrou amigos. Em sala, da primeira fila, acompanhou a apresentação dos professores do curso de Geografia.
A faixa de parabéns ainda está na porta da casa da família desde o dia em que saiu a lista dos aprovados da Universidade Federal de Goiás. Teve até festa para comemorar essa conquista. “Valeu a pena o apoio que a gente deu para ele. É uma superação, porque muitas pessoas ainda têm preconceito com a Síndrome de Down”, diz a irmã do garoto.
Na infância, Kallil estudou apenas dois anos em uma escola especial. Depois os pais decidiram que ele iria frequentar um colégio que oferece ensino regular. Lá, Kallil aprendeu não só a ler e a escrever. Foi frequentando a escola e se relacionando com outros estudantes, que ele decidiu dar um passo importante na vida de muita gente: ir para a universidade.
“Isso é um exemplo para a sociedade em geral começar a observar essas pessoas de uma forma diferente. O mercado de trabalho tem que pensar nessas pessoas como pessoas ativas, que elas conseguem ter sua condição de sobrevivência”, acredita Márcio Freitas, ex-professor de Kallil.
O maior orgulho da família é que ele concorreu de igual para igual, não teve uma correção diferenciada, um procedimento comum para candidatos com necessidade especial.
A família torce para que outros portadores da Síndrome de Down sigam o mesmo caminho. “A gente gostaria que não a imagem do Kallil, mas a situação servisse para contribuir com os outros pais que vivem a mesma situação. Para que eles possam acreditar em seus filhos, investir em seus filhos”, diz Eunice Tavares, mãe de Kallil.
FONTE: G 1
FONTE: G 1
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